“Você namoraria uma mãe solteira?”

Espero que goste! E sabe por que isso acontece? O grande impacto desse comportamento é a falta de empatia. Por isso, costumo dizer que a capacidade de incluir, de aceitar às diferenças requer muito amor-próprio. Eu só entrego, ao outro, aquilo que sou capaz de fazer por mim mesma antes. À frente do trabalho de autoconhecimento que aplico no Centro Hoffman, vejo que muitos de meus alunos enfrentam, na vida adulta, as consequências de presenças maternas ou paternas negativas em suas infâncias. Devo me preocupar? Até que ponto isso é normal?

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Amando nossos conteúdos?

Padecer no paraíso em dobro? Mas exatamente hoje penso como deve ser restante leve essa jornada para quem tem alguém ao lado no dia a dia. Na antiga escolinha da minha filha, para mim, no começo, idade difícil falar, por exemplo, para os pais dos amiguinhos dela que eu era sozinha. E nem era por culpa deles. Ninguém nunca me julgou. Esse eco da família ideal inconscientemente me acompanhou na vida adulta.

Envie seu texto pra gente!

É uma pena realmente que tenhamos que conviver com esses pobres e ignóbeis seres. Vc disse tudo no terminal de seu texto! Vc se basta, mesmo se tiver com alguém algum dia, vc vai continuar se bastando. Adorei ler o texto. Simples assim.

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